terça-feira, 16 de abril de 2024

DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO TEMÁTICO EDUCAÇÃO AMBIENTAL

 DOCUMENTO FINAL DO ENCONTRO TEMÁTICO  EDUCAÇÃO AMBIENTAL


Nós, educadores ambientais integrantes de Comites de Bacia Hidrográfica Nacional e Estaduais, e a sociedade civil proveniente dos Estado do Rio de Janeiro e São Paulo, reunidos no IV ECOB realizado na cidade de Campos dos Goytacazes, no período de 17 à 19 de maio de 2016,

Considerando:

 Que a DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA PARA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL considera a educação ambiental como prioridade nas políticas públicas e privadas;

Que a CARTA DA TERRA reconhece que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras;

Que a POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL afirma que a educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal;

Que o PROGRAMA  NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL orienta a criação de espaços de debate das realidades locais para o desenvolvimento de mecanismos de articulação social, fortalecendo as práticas comunitárias sustentáveis e garantindo a participação da população nos processos decisórios sobre a gestão dos recursos ambientais;

 Que a POLÍTICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS assegura à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de água, em padrões de qualidade adequados aos respectivos usos;

Que a RESOLUÇÃO CNRH (2009) indica que os programas de educação ambiental dirigidos à Gestão Integrada de Recursos Hídricos devem buscar a integração entre os entes responsáveis pela implementação das Políticas de Meio Ambiente, Educação Ambiental e de Recursos Hídricos;


> > Que a POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS DO RIO DE JANEIRO ressalta que a formação da consciência da necessidade de preservação dos recursos hídricos se dá através de ações de educação ambiental;

Que o PLANO NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA incentiva o desenvolvimento e aprimoramento de ações de mitigação e a criação de condições para lidar com os impactos das mudanças climáticas globais ( adaptação);

Que a POLÍTICA ESTADUAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA DO RIO DE JANEIRO indica que as ações neste contexto serão orientadas pelo princípio do desenvolvimento sustentável, da precaução e da participação pública, no processo de tomada de decisão;

Que a POLÍTICA NACIONAL DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL reconhece que a participação é um direito do cidadão e expressão de sua autonomia;

Que o PLANO NACIONAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES, orienta que se consolide nas políticas educacionais as perspectivas de genêro, raça, etnia, orientação sexual, geracional, das pessoas com deficiência e o respeito a diversidade, em todas as suas formas, de modo a garantir uma educação igualitária e cidadã.

Reconhecemos:

A fragilidade da Política Estadual de Educação Ambiental;

A fragilidade da Gestão Participativa das Águas no território do Rio de Janeiro;

A fragilidade da participação juvenil nos espaços de deliberação na governança das águas;

A inadequação dos conteúdos e abordagens da Educação Ambiental no que se refere aos recursos hídricos na Educação Formal;

A importância de ações de educação ambiental na primeira infância;

 A importância da Educação Ambiental Não-Formal na Promoção da consciência para uso sustentável da água;

 A fragilidade da interdisciplinaridade das ações de Educação Ambiental voltada para os recursos Hídricos;

 Os conflitos existentes entre a lei 9.433 e algumas leis estaduais de recursos hídricos;

A necessidade da inclusão da perspectiva de genêro na gestão participativa no que se refere a Governança das Águas;

A importância do diálogo interinstitucional para Gestão Sustentável das águas;

A fragilidade na produção de documentos relativos a educação ambiental nos Comités de Bacia.

 Recomendamos:

O fortalecimento da Política Estadual de Educação Ambiental e da Política Estadual de recursos hídricos;

 O fortalecimento da Gestão Participativa nos Comites de Bacia;

A criação e o fortalecimento das CTEMS no âmbito dos Comites de Bacia;

O diálogo permanente e contínuo entre as CTEMS dos diversos Comites de Bacia do território do Rio de Janeiro;

A inclusão de projetos e ações de Educação Ambiental em todos os Programas e Projetos propostos aos Comites de Bacia;

Que os Comites de Bacia Hidrográfica através das CTEMS teçam parcerias permanentes com as Universidades e Institutos de Pesquisa;

A participação juvenil efetiva na Governança das Águas;

Que os Programas, os Projetos e as Ações de Educação Ambiental no âmbito dos Comites de Bacia sejam efetivamente interdisciplinares;

 A formação contínua no âmbito das CTEMS voltada a reflexão do “sujeito ecológico” na perspectiva de uma educação ambiental crítica e emancipatória;

Que no âmbito das CTEMS sejam elaborados programas de capacitação de professores da rede pública do ensino fundamental;

Que todos os materiais produzidos nos Comites de Bacia sejam validados pelas CTEMS;

Que os Programas, Projetos e Ações de Educação Ambiental dos Comites de Bacia tenham um componente relacionado à ações afirmativas e de inclusão;

A definição de estratégias no âmbito da CTEMS para a implementação de ações de Educação Ambiental voltadas para o enfrentamento dos problemas hídricos e climáticos;

Que sejam efetivadas ações de educação ambiental no âmbito dos Comites de Bacia levando-se em conta as especificidades territoriais e culturais;

Que sejam efetivadas ações de educação ambiental no âmbito dos Comites de Bacia levando-se em conta as especificidades urbanas e rurais.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

CLIPPING ROBEA: Circuito Tela Verde tem inscrições até sexta-feira


Instituições interessadas em exibir os filmes da 6ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente – Circuito Tela Verde podem se cadastrar até sexta-feira (24) no site do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Para participar, basta acessar este link e enviá-lo. Na última edição, mais de 1.300 espaços exibiram os vídeos do Circuito Tela Verde.
As instituições receberão um kit composto por um guia que traz orientações e sinopses dos filmes, cartazes e adesivos para identificação dos espaços exibidores e DVDs contendo os vídeos selecionados. Podem participar: instituições de ensino, organizações não governamentais (ONGs), cineclubes, empresas, espaços educadores tais como salas verdes, coletivos educadores, pontos de cultura, bibliotecas ou associações de bairro, cooperativas, núcleos da sociedade civil organizada, aldeias indígenas, entre outros.
Mesmo que uma instituição tenha participado de edições anteriores, será necessário fazer o cadastro nesta sexta edição. A princípio, todas as inscrições recebidas serão cadastradas como espaços exibidores. As inscrições apenas serão submetidas à seleção, caso haja uma grande demanda e o material a ser distribuído não seja suficiente. O MMA divulgará, após o encerramento do prazo de inscrições, a lista dos espaços cadastrados.
Filmes - Para esta edição, foram selecionados 21 vídeos de temática socioambiental. Os filmes escolhidos falam sobre água, lixo, Cerrado, sustentabilidade, vida marinha, zona rural, preservação ambiental, dentre outros temas. Além disso, 40 curtas de animação sobre resíduos sólidos, selecionadas pelo edital Curta Animação 2013, fruto de parceria entre a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (MinC) e o MMA, também vão compor a mostra.
O Circuito Tela Verde tem como objetivo divulgar e estimular atividades de educação ambiental, por meio da linguagem audiovisual, e fomentar a construção de valores culturais comprometidos com a sustentabilidade socioambiental. O material divulgado também pode ser usado em diversos processos educativos. É uma iniciativa do MMA, coordenada e executada pelo Departamento de Educação Ambiental. (Fonte: MMA)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Dia 22 de abril Dia do Planeta Terra


Ela tem quase 5 bilhões de anos e 7 bilhões de pessoas com seus corações pulsando. São muitos motivos para cuidar bem da nossa única morada. No Dia do Planeta Terra, comemore e proteja Emoticon wink

terça-feira, 21 de abril de 2015

V - Videoconferência da REABA - Educação Ambiental, Participação Social e Políticas Públicas no Estado e Municípios - O que eu tenho a ver com isso?"



Aconteceu no último dia 16 de abril a V - Videoconferência da REABA (Rede de Educação Ambiental da Bahia), sendo transmitida ao vivo para todas as telessalas vinculadas à Rede de Educação do Estado.

Aqui no oeste da Bahia a videoconferência foi transmitida pela telessala do Núcleo Regional de Educação 11 (antiga DIREC 25), na cidade de Barreiras e contou com a participação de 17 atores locais, sendo 16 de Barreiras e 1 de Baianópolis.

A vídeo foi aberta por Breno Pessoa (facilitador da REABA) que convidou para a mesa de abertura Zanna Matos (Diretora de Educação Ambiental da SEMA e Coordenadoda da CIEA); Fabio Barbosa (Coordenador de Educação Ambiental e Saúde da Secretaria de Educação e Coordenador da CIEA); Luciana Khoury (Ministério Público); e Isabelle (facilitadora da REABA junto a REBEA e membra da CIEA).

Após uma breve apresentação da mesa de abertura foi dado o retorno REABA do 8º Fórum Brasileiro de Educação Ambiental por Breno Pessoa (REABA), Lilitte (Gambá); Manoela Borges (Projeto Tamar); e Silvani Barbosa (SEMA).

Da telessala da Itapetinga, Lucimeire Passos (representante da sociedade civil na coordenação da CIEA) fez a apresentação da Recomendação CIEA nº 01/2014 que trata da Educação Ambiental nos Municípios. Após a fala de Lucimeire, Fabio Barbosa passa a falar do Programa de Educação Ambiental do Sistema da Educação (ProEASE) como estratégia para fortalecimento da Educação Ambiental nas Escolas, dando enfase ao Projeto Juventude em Ação: construindo a Agenda 21 da Escola e o PDDE Escolas Sustentáveis.

A promotora de justiça Luciana Khoury apresentou a atuação do Ministério público ma promoção da Educação ambiental nos Municípios.

Após essas apresentações, passou-se a interação com as telessalas, onde foi proposta a provocação: qual ação municipal deveria ser priorizada em seu município?

Cabe destacar que além das telessalas de Salvador e Barreiras, a V - Videoconferência foi transmitida também para Jacobina, Ribeira do Pombal, Juazeiro, Vitória da Conquista, Brumado, Paulo Afonso, Pintadas, Senhor do Bonfim, Seabra, Jequié, Teixeira de Freiras, Santo Antônio de Jesus, Ibotirama, Piritiba, Feira de Santana, Itabuna e Irecê, além das pessoas que assistiram de suas casas e locais de trabalho.

A sala de Barreiras priorizou a formação continuado dos professores das redes estaduais e municipais dos municípios do oeste da Bahia, tendo ações práticas como produto dessas formações.

Se você não pode assistir a V - Videoconferência da REABA, CLIQUE AQUI.






segunda-feira, 20 de abril de 2015

A história da Educação Ambiental

Essa linha do tempo sobre a história da educação ambiental foi desenvolvida no Curso de Educação Ambiental da FORMAR - Formação em Meio Ambiente e Recursos Hídricos realizado na cidade de Barreiras, BA nos dias 18 a 22 de novembro de 2013.